sábado, 12 de junho de 2010

Dia dos Namorados






Chamar a cara-metade de filho(a). Absolutamente ridículo. Mas Freud explica, sempre.

3 comentários:

Lúcia Soares disse...

Iiiii! Eventualmente, chamo! Prefiro a "bem", "amor". Mas é muito raro mesmo, viu? rsrsr
Tão raro que quando é dito, expressa o máximo de carinho entre nós. Ele me chama de "Preta", raramente também, o que é o cúmulo do carinho. E sou "que nem" a Branca de neve!
Pra quem ouve e não está envolvido, é meio esquisito. Mas pra quem fala e o outro entende, é bom demais. Vale qualquer apelido.
Que são os maridos, senão eternas crianças! rsrsrrs

Kenia Mello disse...

Lúcia, sabes que tinha uns apelidinhos no TV Pirata que eu achava massa? Xoxonho e Xoxonha. :))

Ivette disse...

acredito q seja mais costume das gerações antigas isso de filho/a.Hj em dia dificilmente ouço pessoas mais jovens usarem,mas q é meio de gosto duvidos,é...rsrsrsrs

Bjos e []s